sexta-feira, 31 de julho de 2015

TRAMBIQUES, AS USUAL



     LÁ SE FOI mais um leão, atraído com uma "isca" para fora dos limites de proteção de um parque nacional de conservação animal no Zimbabuwe. Foi morto aos poucos, com toda a crueldade possível e imaginável que só o "homem" é capaz. Bichinho esperto este, não? Imagino o tal Palmer, o dentista (ex?) brindando com seus pares na velha Minnesota, erguendo brindes aos antepassados franceses e ingleses e outros civilizados europeus genocidas que exterminaram (com truques e tramóias impressos no DNA dos descendentes) os povos ANISSHINAABE E DAKOTA, imemoriais habitantes da terra. E la nave va...
     Resta as outras espécies animais um consolo: nós não ficaremos muito tempo mais por aqui! Tenham paciência e suportem com coragem todo o sofrimento sem sentido que afligimos a vocês todos, desde que descemos das árvores em direção à Savana, e nos tornamos bípedes pelados:
somos uma espécie em extinção!! (nós, homens; os leões jamais!)

segunda-feira, 13 de julho de 2015

dicas do cuitelim

(*) Cuitlelim, diga: por que as coisas nunca são como deveriam ser? Ora, rapaz (brigado!!), porque elas sempre são como são! Comoção? NÃO! como.....são, capiche, caro bambino? Aliás depois vamos ouvir a Callas? Oh Mio Banbino Caro... lembra? fantástica!! claro que me alembro, sô! muito digna!! mas não mude o assunto, por que... sabe, você parece às vezes... sei não... um pouco tardo... mas vamo lá: as coisas devem mudar para permanecerem como estão, sacou?? na tradição oral da minha família cuitelídea, há muito e muito tempo um grande escritor italiano tinha um primo que emigrou de lá pra cá - daqui olhado vira imigrou - e depois de muitos anos escreveu ao primo de lá que este nosso torrão é um pedaço de mau caminho das arábias! As pessoas, o povo geme e os mandantes patrões, poltrões e toda essa raça de mal-paridos e fud... mal pagos, arrelia o pessoal de baixo mudando as regras - às vezes mais de uma vez por dia - e falam: no inverno vosmicês verão... mas no fundo estão mesmo é mudando essas regras para o pobre povo ficar sem entender nada: dessa maneira os privilégios, as injustiças, os arreglos, o entesouramento dos mais sacanas vige e sempre vigorou a plena carga, dig you? Digar eu digo, que nem um diogo dialogando, mas.... não tem mais nem meio mas. Com licença que agora eu vou até ali, o que que há, vou beber o meu guará! mas quem é do tempo desse reclame sou eu, amigo! você tem o quê? alguns meses de vida? mais ou menos. acontece que em nossa família de pintacudos, a tradição oral é tudo, lembra! sei coisa dos faraós que iriam aparvalhar sua fisionomia pascá... interrogativa, digo diogo: tchau!!
      Saltitante, lá se foi o amigo cuitleinho cuidar da vida, que é um nunca acabar a faina de levar daqui pra lá e de lá para acolá a polenta, ou melhor o pólem, para que ao menos a natureza, essa sábia, jamais, nunca, em tempo algum, precise se repetir, como se um reles humano, neurótico por toda certeza.
(*) CÊS tudo vai lendo e colocando aspas, travessão, travessura, maiúsculas, gostosuras, e coisa e tal. Ando bastante cansado com toda essa baboseira onde nascemos e vivemos. AF!!